Lembra-se de quando me pediu pra ficar?
Lembra-se de quantas vezes eu disse não e que não daria mais certo?
Lembro-me de quantas vezes me perdi e me encontrei nos seus braços.
Agora me pego recordando de tudo o que vivemos, e vejo que essas são apenas pequenas partes de nossa história, que parece renascer das cinzas, como uma Fênix sempre a cumprir seu destino, aceitando a morte necessária para poder insistir na vida, nascendo renovada, sempre com uma nova roupagem, com um novo brilho no olhar e uma força renovada nas asas, tomando um novo fôlego pra se lançar em um voo, sobre esse abismo que sempre nos lançamos de olhos fechados, de peito aberto, sem olhar pra trás. Você tem suas teorias para explicar porque sempre damos certo, quando achamos que não daria mais. Eu ainda acho que somos masoquistas. O fato é que estamos sempre nos encontrando pelos diferentes caminhos da vida, somos como ímãs sempre nos atraindo um para o outro. Mudamos a cada briga, a cada carinho a cada conversa. Retomamos de onde paramos, às vezes avançamos mil anos, mas sempre nos encontramos. E voltamos às perguntas, as assertivas e negativas. Eu sempre dizendo que não dará certo e você me prendendo por mais um ciclo em seu feitiço.


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